Curta coproduzido pelo Cineamazônia é selecionado para mostra competitiva em Portugal

mapinguari-cena02

Imagem do curta “Na Boca do Mapinguari”

De Porto Velho para o Velho Continente. Este será o trajeto realizado pelo curta “Na Boca do Mapinguari”, produção rondoniense selecionado para participar da mostra competitiva da edição 2016 do Festival Itinerante da Língua Portuguesa – Festin, realizado em Lisboa, Portugal. O filme será exibido no dia 06 de maio e concorrerá com outras onze produções brasileiras e portuguesas.

Dirigido e roteirizado por Áriston Oliveira e Gaspar Knyppel, “Na Boca do Mapinguari” foi realizado pela produtora de Rondônia Espaço Vídeo e Cinema em parceria com o Cineamazônia e fez a sua estreia na edição do ano passado do festival sediado em Porto Velho.

O curta em animação fala sobre a importância da utilização de maneira sustentável dos recursos da floresta amazônica tendo como pano de fundo um personagem típico do folclore amazônico, o Mapinguari.

O Cineamazonia, 14ª EDIÇÃO, tem o patrocínio do BNDES, Governo Federal, Ministério da Cultura, Secretaria do Audiovisual, Lei Rouanet. Apoio Cultural da Prefeitura de Porto Velho, através da SEMA e FUNCULTURAL.
Previous Estão abertas as inscrições para a mostra competitiva do Cineamazônia
Next Força Nacional participa de desocupação de terras indígenas no Pará

Você também pode gostar

Cineamazônia participará de encontro de festivais de cinema ambiental

O Festival Latino Americano de Cinema Ambiental (Cineamazônia) é um dos festivais convidados a acompanhar o 18º Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA), que acontece na cidade de Goiás

Cineamazônia 17ª Edição exibe seis documentários de longa metragem na disputa do Troféu Mapinguari

O Prêmio Silvino Santos de melhor longa metragem documentário, que acontece durante o CIneamazônia 17ª Edição, de 1 a 5 de dezembro, contará com seis filmes que concorrem ao Troféu

Reencontro sob as bênçãos da Madeira-Mamoré

  Texto: Ismael Machado Fotos: Zeca Ribeiro A Estrada de Ferro Madeira-Mamoré faz parte das lembranças e sonhos de quase todos os moradores mais antigos de Iata, um pequeno distrito