Conheça os Jurados da Mostra Competitiva do Cineamazônia 2017!

Conheça os Jurados da Mostra Competitiva do Cineamazônia 2017!

Veja o currículo de cada um dos jurados que avaliarão os filmes da Mostra Competitiva da 15ª edição do Festival Cineamazônia.

Aurélio Michiles.

Aurélio Michiles é cineasta e desde os anos 1980, onde também atua na área de cinema e televisão. Trabalhou nas TVs Globo, Bandeirantes e SBT, além de ter dirigido diversos documentários para a TV Cultura de São Paulo. Foi consagrado pelo longa-metragem “O Cineasta da Selva” (1997), que recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais.

Também é autor dos filmes e documentários “Tudo Por Amor Ao Cinema” (2015), “A Árvore da Fortuna” (1992), “Teatro Amazonas” (2002), “Que Viva Glauber!” (1992), “Lina Bo Bardi” (1993), “O Brasil Grande e os Índios Gigantes” (1995), “O Sangue da Terra” (1983), “Guaraná, Olho de Gente” (1982), entre outros. Atualmente encontra-se em captação de recursos para o filme “Em Nome Desta Terra”.

 


César Garcia.

Nascido no Acre, César Augusto Garcia Lima é doutor em Literatura Comparada formado na Universidade Estadual

do Rio de Janeiro (UERJ), mestre em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), poeta e jornalista. Trabalhou e colaborou com diversos jornais, revistas e TVs do eixo Rio – São Paulo, incluindo Folha da Tarde, Telecine, IstoÉ, Contigo! e Canal Brasil, tendo atuado como repórter, redator, editor e crítico de cinema.

 

Autor dos livros de poemas Águas Desnecessárias (Nankin Editorial, 1997) e Este Livro Não é um Objeto (Edição do autor, 2006), dirigiu os documentários Soldados da Borracha (2010) e Onde minh’alma Quer Estar (2015).

Atualmente desenvolve pesquisa sobre teoria e crítica na Literatura Brasileira Contemporânea na Universidade Federal Fluminense (UFF), com bolsa de pós-doutorado pela Fundação de Pesquisa e Ensino do Rio de Janeiro (Faperj). Dedica-se também a pesquisar a adaptação literária no cinema brasileiro, destacando produções realizadas no século XXI. Na internet, é colunista do site O Quinze e mantém a página literária Caderno Lírico no Facebook. Vive no Rio de Janeiro desde 1995.


Lázaro Faria

Lázaro Faria nasceu no Sul de Minas Gerais na cidade de Lambari em 08 de dezembro de 1956. Começou a carreira em Belo Horizonte em 1974 trabalhando como produtor de rádio, cinema e TV. Mudou-se para a Bahia em 1976. Trabalhou na Sani Filmes como assistente de câmera, realizando diversos documentários em todo o Brasil.

Também foi contratado pela matriz da CBBA Propeg, onde desempenhou a função de produtor executivo e diretor de cenas de mais de mil comerciais em cinema para clientes como Correios, Telebrás, Governo da Bahia, Governo de Pernambuco, Governo Federal, Ministério das Comunicações, Lojas Insinuante, Banco Econômico, entre tantos.

Dirigiu diversos programas de televisão, para os candidatos a governador ACM, Miguel Arraes, Paulo Souto, César Borges e para o candidato a prefeito Antônio Embassahy. Todas campanhas saíram vitoriosas.

A partir daí, dirige e produz séries de programas para TV, como “Pernambuco 90”, Programa diário de 90 segundos, durante 11 meses, e, “Quem Quer Faz”, programa de 3 minutos, veiculado na TV Globo durante o Fantástico durante um ano. Dirigiu filmetes de 15 segundos para cada um dos municípios da Bahia para a Telebahia. Ganhou os prêmios Colunistas e Profissional do Ano da Rede Globo por várias vezes.

Em 1990, funda a produtora X Filmes. Em 1994, dirige a fotografia aérea do filme Baile Perfumado. Como diretor, escreveu, fotografou e dirigiu os curtas Amazônias, YaOmiKarodo e O Corneteiro Lopes. Cidade das Mulheres é seu primeiro longa.


Luis Nascimento

Luiz Nascimento é diretor, produtor e fundador da Escola Audiovisual Cinema Nosso e da Jabuti Filmes, uma produtora de conteúdo especializada em trabalhar com temáticas socioambientais. Dirigiu curta metragens, documentários e séries para TV e web com destaque para “Luto como Mãe”, vencedor do prêmio de júri oficial do Fenavid Internacional – Bolívia e série “Minha Rua”, com três temporadas no Canal Futura.

Produziu documentários e séries com destaque para “Cidade de Deus – 10 Anos Depois” direção de Cavi Borges e Luciano Vidigal – vencedor do prêmio de júri popular do festival de Tiradentes; Série “Reimagine Rio” co-produção entre Brasil e Estados Unidos, com direção de Kátia Lund; Documentário “El Rey Negro”, co-produção entre Brasil, Espanha e Bolívia, direção de Paola Gonçalves e a série  “Recetas Del Viejo Braun”, com direção de Felipe Braun para a TVN – Chile.


Tonchy Antezana.

Tonchy Antezana é boliviano, nascido em Oruro, em 1951. Começou a carreira em 1987, quando foi roteirista e assistente de direção da série Oro Verde (Ouro Verde), criada para a televisão com 13 capítulos. Em seguida, também escreveu e dirigiu a série Dos Caminhos (Dois Caminhos), para TV com 24 capítulos.

Ainda vieram outras séries para televisão e filmes longa metragens como Coca, La Decisión (A Decisão), Viernes de Soltero (Sexta-feira Solteiro), Nuestro Bosquecillo (Nosso Bosque), Um Sueño – Uma Pesadilla (Um sonho, Um pesadelo), Nostalgias de Rock, Evo Pueblo (Evo Povo), El Cementerio de Los Elefantes (Cemitério dos Elefantes), Gud Bisnes (Bons Negócios) e Boquerón (Boqueirão).

Recebeu diversas homenagens por seus filmes, além de prêmios e menções especiais como Melhor Filme Estrangeiro por Cemitério dos Elefantes (2009) no Festival Independente de Nova Iorque; Melhor diretor internacional no Festival Independente de Nova Iorque (2009); Melhor ator no Festival Internacional de Orlando (EUA), em 2009, por Cemitério dos Elefantes, entre outros.

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