Cineamazônia encanta Pedras Negras

Não tem sido fácil para a embarcação que transporta o Cineamazônia chegar a muitas das comunidades ribeirinhas para a o projeto de Itinerância. Isso porque o rio Guaporé está no auge da seca. As dificuldades são superadas graças a perícia da tripulação do barco. Foi assim com a comunidade quilombola de Pedras Negras. Para chegar até ela foram quase 12 horas de viagem. Durante a tarde o projeto Animando Amazônia realizou o curta em Pixilation “Capitão Gancho contra o Mágico Bilha”. A oficina de fotografia artesanal teve poucos, mas ativos participantes. Aproveitando o belo cenário e a luz propícia, Bete Bullara mostrou às meninas da oficina como funciona o principio da fotografia.

Itinerância Vale do Guaporé

Itinerância Vale do Guaporé

 “Pedras Negras é uma comunidade importante para nós porque aqui realizamos o documentário Quilombagem. Algumas crianças daqui sequer eram nascidas. É bom que conheçam a própria história”, disse Fernanda Kopanakis na abertura do evento. A receptividade aos filmes foi intensa. De risos a silêncios de emoção, uma platéia atenta mostrava que não há fronteiras nem barreiras para a arte.
O Cineamazônia Itinerante iniciou a segunda etapa da expedição cultural no dia 13 de julho. As próximas localidades a receberem o cinema e o circo serão Mateguá, do lado boliviano do rio Guaporé e Porto Rolim, no lado brasileiro do rio. A itinerância será encerrada no dia 2 de agosto no município rondoniense de Pimenteiras.
Cineamazonia, 14ª EDIÇÃO, tem o patrocínio do BNDES, Governo Federal, Ministério da Cultura, Secretaria do Audiovisual, Lei Rouanet. Apoio Cultural da Prefeitura de Porto Velho, através da SEMA.

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